Recentemente alguém compartilhou a sua preocupação de que há pessoas ensinando o que é errado usar eletricidade no sábado, já que tem pessoas trabalhando para isso e assim seria cúmplice deles quebrarem o quarto mandamento.

Mas pense bem, se fosse assim, então também não poderia usar água encanada, nem ir ao banheiro mas teria que ir para o mato. Também não poderia andar sobre as estradas que foram construídas no sábado. Percebe a que absurdos chegamos se admitimos este princípio? A situação também é diferente de eu ir a um restaurante, aonde alguém tem que me servir pessoalmente. Nos serviços públicos, não faria diferença, e sabemos que o cenário de todos pararem de usar eletricidade no sábado é o utópico. Jesus disse que o mundo está em trevas e Paulo que irá de mal a pior. Os servidores públicos trabalhariam de uma forma ou de outra.

“Alguns estavam fazendo do vestuário assunto da máxima importância, criticando peças de roupas usadas por outros,e sempre prontos a condenar qualquer pessoa que não lhes seguisse exatamente as idéias. Uns poucos condenavam as figuras, insistindo em que são proibidas pelo segundo mandamento, e que tudo quanto é dessa espécie deve ser destruído. Ev 215.4
Esses homens unilaterais nada mais vêem além dessa coisa única que se lhes encasquetou na mente. Faz anos tivemos que enfrentar esse mesmo espírito e essa mesma obra. Surgiram homens que pretendiam haver sido enviados com uma mensagem de condenação das figuras, insistindo em que toda semelhança de qualquer coisa fosse destruída. Chegaram a extremos tais de condenar os relógios que tinham figuras ou ‘imagens’. … Ev 216.1
“Umas poucas pessoas de _____ foram ao extremo de queimar todos os quadros de que eram possuidores e destruir até os retratos dos amigos. Embora não apoiássemos esses movimentos fanáticos, aconselhamos que os que haviam queimado seus quadros não incorressem no gasto de repô-los. Se houvessem agido de maneira conscienciosa, deveriam estar satisfeitos com deixar que as coisas ficassem como estavam. Não deviam, porém, exigir que outros procedessem como eles próprios haviam procedido. Não deviam procurar agir como consciência de seus irmãos e irmãs (1886).” Ev 216.2

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