A IASD votou contra a ordenação de mulheres nas sessões de 1990, 1995 e 2015. Mesmo assim, pastores na América do Norte, Europa e Oceania estão persistentemente avançando a agenda de raízes feministas. O Manual da Igreja na p. 64 diz que isso é motivo para disciplina eclesiástica: “11. Persistente recusa em reconhecer a autoridade da igreja devidamente constituída, ou em não se submeter à ordem e disciplina da igreja.”

Pedimos a remoção desses líderes de seus ofícios, e também que esses eles sejam disciplinados ou excluídos de suas igrejas locais por insubordinação (Manual da Igreja, p. 63).

Por incrível que pareça, o influente escritor George Knight tem escrito contra o procedimento da Associação Geral, taxando-o de autoritário, e comparando-o com o de Roma e Hitler em suas 9.5 teses do site liberal Adventist Today. Ele não reconhece o fato de que essa decisão não vem de cima mas de milhares de delegados representando a igreja mundial em três sessões da Conferência Geral.

Início de outubro a IASD vai decidir sobre o assunto no concílio outonal. Um bom site em inglês para acompanhar o caso é o Fulcrum7.com, por exemplo neste artigo.

Daniel Silveira pretende realizar uma palestra sobre o assunto no próximo Congresso MV, que será após o concílio outonal, que lidará com o problema que vem fermentando por décadas e está pondo seriamente em perigo a unidade da igreja no primeiro mundo.