O modelo que a meu ver mais se harmoniza com o cenário do fim do tempo do fim, especialmente para quem mora no campo, é o da igreja domiciliar. Não significa ficar em casa no sábado de manhã, fazendo o culto diário com a família, mas usar um domicílio para a reunião com pelo menos outra família, para adorar a Deus juntos. O modelo não pede uma nova organização, mas uma maneira informal de cultuar a Deus sem deixar de se reunir com os irmãos. Fuja de qualquer tentativa de organizar, estruturar a igreja domiciliar, pois isso já consitutuiria uma nova organização eclesiástica. Diz o Senhor: “Não podemos agora entrar em nenhuma nova organização; pois isto significaria apostasia da verdade.” {Ma 204.6}

A igreja domiciliar não deve substituir totalmente o culto na igreja convencional, especialmente em momentos de santa-ceia, batismo, assembleias gerais etc. O vínculo deve ser mantido, o super-bonder ativo (continue membro da IASD, vestindo sua camisa, orando a apoiando once pode). 

Consideremos algumas citações de EGW: “Os que pertencem à família da fé nunca devem negligenciar suas reuniões; pois este é o meio designado por Deus para levar Seus filhos à unidade, a fim de que, em amor cristão e companheirismo possam ajudar-se, fortalecer-se e animar-se uns aos outros.” … {AV 161.5}
 
“Não é bom para o povo de Deus perder o privilégio da associação com os da mesma fé; pois a verdade perde a importância em seu espírito, seu coração deixa de ser iluminado e vivificado por sua santificadora influência, e eles perdem a espiritualidade. Não são fortalecidos pela palavra do pregador vivo.” {PC 150.2}
 
A Associação Geral lançou recentemente uma artigo de Andrew McChesney estimulando as igrejas domiciliares, especialmente para ganhar novas pessoas que têm preconceito de entrar numa igreja tradicional.