O modelo que a meu ver mais se harmoniza com o cenário do fim do tempo do fim, especialmente para quem mora no campo, é o da igreja domiciliar. Não significa ficar em casa no sábado de manhã, fazendo o culto diário com a família, mas usar um domicílio para a reunião com pelo menos outra família, para adorar a Deus juntos. O modelo não pede uma nova organização, mas uma maneira informal de cultuar a Deus com os irmãos. Fuja de qualquer tentativa de formalizar uma igreja domiciliar, pois isso já constituuiria uma nova organização eclesiástica. Diz o Senhor: “Não podemos agora entrar em nenhuma nova organização; pois isto significaria apostasia da verdade.” {Ma 204.6}

Romanos 16:5 Saudai também a igreja que está na casa deles. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Ásia para Cristo.

Filemom 1:2 e à nossa irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa:

EGW Quando os homens de Israel testemunharam o curso corrupto dos sacerdotes, acharam mais seguro para suas famílias não ir ao local designado de adoração. Muitos saiam de Siló com sua paz perturbada, sua indignação despertada, até que finalmente *determinaram oferecer eles mesmos seus sacrifícios concluíndo que isto seria completamente aceitável a Deus, ao invés de sancionar de qualquer maneira as abominações praticadas no santuário. {Sinais dos Tempos, 1 de dezembro de 1881, parágrafo 13}

EGW “O Senhor não opera agora para trazer muitas pessoas para a verdade, por causa dos membros da igreja que nunca foram convertidos, e dos que, uma vez convertidos, voltaram atrás. Que influência teriam esses membros não consagrados sobre os novos conversos? Não tornariam sem efeito a mensagem dada por Deus, a qual Seu povo deve apresentar?” – {T6 370.3}

A igreja domiciliar não deve substituir totalmente o culto na igreja convencional, especialmente em momentos de santa-ceia, batismo, assembleias gerais etc. O vínculo deve ser mantido, o super-bonder ativo. Por mais que na época de Jesus a igreja judaica praticava abominações, ainda era o povo de Deus até o ano 34. Jesus atendia a algumas festas e indicava curados a se apresentarem ao sacerdote (Mateus 8:4).

Sobre a importância de se reunir com irmãos da fé, veja: EGW: “Os que pertencem à família da fé nunca devem negligenciar suas reuniões; pois este é o meio designado por Deus para levar Seus filhos à unidade, a fim de que, em amor cristão e companheirismo possam ajudar-se, fortalecer-se e animar-se uns aos outros.” … {AV 161.5}
 
EGW “Não é bom para o povo de Deus perder o privilégio da associação com os da mesma fé; pois a verdade perde a importância em seu espírito, seu coração deixa de ser iluminado e vivificado por sua santificadora influência, e eles perdem a espiritualidade. Não são fortalecidos pela palavra do pregador vivo.” {PC 150.2}
EGW “Para os que moravam distantes do tabernáculo, mais de um mês em cada ano deve ter sido ocupado com a assistência às festas anuais. Este exemplo de devoção a Deus deve dar ênfase à importância do culto religioso, e à necessidade de subordinar nossos interesses egoístas, mundanos, aos que são espirituais e eternos. Incorremos em perda quando negligenciamos o privilégio de nos associarmos, a fim de fortalecer-nos e encorajar-nos uns aos outros no serviço de Deus. As verdades de Sua Palavra perdem sua vivacidade e importância em nossa mente. Nosso coração deixa de iluminar-se e despertar-se pela influência santificadora, e nós decaímos em espiritualidade. Em nossas relações mútuas como cristãos, perdemos muito pela falta de simpatia de uns para com os outros. Aquele que se encerra dentro de si mesmo, não está preenchendo a posição que era desígnio de Deus ele ocupasse. Todos nós somos filhos de um mesmo Pai, dependentes uns dos outros para alcançar a felicidade. As reivindicações de Deus e da humanidade tocam a nós. É o cultivo apropriado dos elementos sociais de nossa natureza o que nos une intimamente com nossos irmãos, e nos proporciona felicidade em nossos esforços para sermos bênçãos aos outros.” PP 397.1
 
 
A Associação Geral lançou recentemente uma artigo de Andrew MczChesney estimulando as igrejas domiciliares, especialmente para ganhar novas pessoas que têm preconceito de entrar numa igreja tradicional.
 
A Revista Adventista de Junho de 2020, p. 36, ressalta:
 
“Durante a maior parte dos dois primeiros séculos após a morte de Cristo, a fé cristã foi vivida em igrejas domiciliares. Por exemplo, Atos 12:12 descreve um encontro de oração intercessora na “casa de Maria” pela libertação de Pedro. Por sua vez, Paulo incluiu muitas saudações a indivíduos que organizavam cultos domésticos (1Co 16:19; Cl 4:15; Fl2; Rm 16:5, 23)…
 
Pequenos grupos virtuais ou presenciais oferecem essa vantagem [intimidade] em relação ao culto no templo. Embora eu goste muito do som do órgão e da harmonia dos corais, ainda dou mais valor à oportunidade de conhecer as alegrias e as lutas dos meus companheiros de adoração. A adoração em grupos menores é um incentivo ao cuidado mútuo. É mais fácil eu assumir responsabilidade pela minha espiritualidade e cooperar para a edificação do outro participando de uma reunião domiciliar. Nesses contextos, a presença e a ausência das pessoas podem ser percebidas.”
 

 

Jugo sem Suor

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Novidades MV – Julho 2022

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